Acabada de chegar de uma sessão de esclarecimento sobre o novo acordo ortográfico.
O locutor, mui sabedor das regras de falar em público: a graçola inicial, warming, a referência ao lugar, o sumário do percurso, o suspense, o envolvimento do auditório, e as regras interactivas, com seu powerpoint, a conclusão, com nova graçola, a nuancezita semi-brejeira a fechar! Que lindo! O acordo ortográfico é lindo, as novas regras são muito mais simples, as excepções não têm explicação, o melhor é decorá-las. Para colmatar tanta lindeza só falta a facultatividade e a consagração pelo uso, que, em caso de dúvida, se resolve com o vocabulário publicado no dito site oficial, e o que faltar logo se verá.
Alguém saberá da necessidade do novo acordo ortográfico? E, já agora, dos seus custos? Haja paciência!
Cara Matéria dos Livros,não podia estar mais de acordo! Qual o sentido e necessidade de abrasileirarmos agora a nossa escrita? Um atentado, digo eu..à paciência! Dou por mim a ler muita da imprensa escrita perguntando-me se foi algum brasileiro feito português que escreveu tudo aquilo.. Não gosto e não adiro.Meu rico p da excepção...
ResponderEliminarCara contadora de histórias, seja muito bem-vinda!
ResponderEliminarPois é, o pior é que a força da lei obriga-nos a escrever segundo as novas regras, pelo menos em contexto profissional. Mesmo que a ausência do p seja uma violência, como em excepção, em concepção...