Assim, a modos que recolhida, ouve vozes: dos poetas e prosadores, das gentes que cruzam as ruas do quotidiano, dos vizinhos, da televisão (desligada em nome da sanidade mental), vocalizações de agora e de outrora, ecos das profundezas ou de ailleures; tudo desenhando paisagens abertas às letras e ao sonho.
Paisagem onírica
Paisagem exótica, com flash
Não termina esta entrada sem a erudição de umas palavras francesas, inspiradoras deste cenário tão catita:
"Il y a donc, d'après nous, dans l'activité poétique une sorte de réflexe conditionné, réflexe étrange, car il a trois racine: il réunit les impressions visuelles, les impressions auditives et les impressions vocales."
Gaston Bachelard, L'eau et les rêves: essai sur l'imagination de la matière, Paris, José Corti, 1997 (1ª ed. 1942).
Ah, hoje este seu post está a dar-me uma ideia...
ResponderEliminarAinda vou ali tratar do Street e do Ginjal mas, mais logo, quando chegar ao Um Jeito Manso acho que já sei o que vou escrever...
Claro que adorei, não é? Livros, livros, livros - a paisagem mais que perfeita.