quarta-feira, 7 de março de 2012

Mário de Sá-Carneiro

Mário de Sá-Carneiro foi o poeta mais amado...
(Ai, a saudade, tanta.)



Epígrafe

A sala do castelo é deserta e espelhada.

Tenho medo de Mim. Quem sou? De onde cheguei?...
Aqui, tudo já foi... Em sombra estlizada,
A cor morreu - e até o ar é uma ruína...
Vem de Outro tempo a luz que me ilumina -
Um som opaco me dilui em Rei...


Mário de Sá-Carneiro, Poesias, Lisboa, Ática, 1989.

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