(Ai, a saudade, tanta.)
Epígrafe
A sala do castelo é deserta e espelhada.
Tenho medo de Mim. Quem sou? De onde cheguei?...
Aqui, tudo já foi... Em sombra estlizada,
A cor morreu - e até o ar é uma ruína...
Vem de Outro tempo a luz que me ilumina -
Um som opaco me dilui em Rei...
Mário de Sá-Carneiro, Poesias, Lisboa, Ática, 1989.
Lindo !
ResponderEliminarAbraço
MT