sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

Laços de família

Os escritores, de vez em quando, esboçam as suas "árvores bibliográficas", as suas genealogias literárias. Na Visão online (03.12.2015), foi a vez de António Lobo Antunes, em mais uma das suas belíssimas crónicas: 

http://visao.sapo.pt/opiniao/opiniao_antonioloboantunes/2015-12-03-E-no-entanto-vendo.

Gosto muito destas indicações, de reconhecer ligações, laços de família entre textos, palavras, autores... Cheguei a iniciar uma lista dos nomes referidos por Luísa Dacosta, procurando seguir as vozes daqueles poetas e prosadores portugueses e o seu eco na maravilhosa obra da escritora.

Aqui fica o princípio desse colar de afetos: Fernão Lopes, Gil Vicente, Sá de Miranda, Luís de Camões, Fernão Mendes Pinto, Diogo do Couto, Samuel Usque, Frei Luís de Sousa, António Ferreira, António José da Silva, António Vieira, Nicolau Tolentino, Bocage, Almeida Garrett, Camilo Castelo Branco, Eça de Queirós, António Nobre, Camilo Pessanha, Raúl Brandão. Aquilino Ribeiro, Tomaz de Figueiredo, Mário de Sá-Carneiro, Fernando Pessoa, Cassiano Ricardo, Irene Lisboa, Vitorino Nemésio, Sophia de Mello Breyner Andresen, Jorge de Sena, Saúl Dias, Renata Pallotini ... (cont)

A propósito da árvore bibliográfica que Pedro Mexia delineou para si, na revista Ler*, também esta leitora quis encontrar a sua:

http://amateriadoslivros.blogspot.pt/2013/01/arvore-bibliografica.html

*Pedro Mexia, "Ler é Maçada: Árvore bibliográfica", Ler, Janeiro de 2013.

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