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domingo, 24 de março de 2013

leituras de domingo (os jornais)

  
 
Muito se lê nos jornais, ao domingo. Destaco a entrevista a Alberto Pimenta, no Jornal de Letras (20/03 a 02/04), grande poeta e clarividente, tanto no domínio do saber poético, como no diagnóstico dos tempos que correm:


 
 
"[O apoético, o não poético] É o prosaico, o quotidiano. É uma existência desprovida de pesquisa de si mesma, que vai acontecendo, sem levantar questões sobre esse acontecer. E quando se levantam essas questões, não é necessariamente poético."
 
" Mas parece-me que para a poesia uma das componentes fundamentais é a sensação de perda, ou melhor de incompletude, de falta de qualquer coisa, mesmo nos momentos mais esplendorosos. É a diferença entre sujeito e objeto, a incapacidade de fusão."
 
"Tenho uma consciência muito aguda de que, na sociedade humana, sempre houve dois grupos de pessoas: os poderosos e os outros, aqueles a que se pode chamar escravos ou trabalhadores."
 
"[...] estamos num momento histórico, porque é a primeira vez, na História da Humanidade, que há uma revolução dos ricos contra os pobres."
 
 
(Alberto Pimenta dixit)

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

a rir com Álvaro de Campos e Alberto Pimenta, pela mão de Telmo

A publicação de T. de hoje é simplesmente hilariante! Que lufada de ar, de oxigénio, trouxe à leitora! Sentiu-se compreendida e acompanhada. Nem mais: os exames de Português, o seu ruído, o estado das coisas e esse poeta  acutilante e irresistível que é Alberto Pimenta. A resposta ao tempo que corre.
 
No vídeo que se segue, o poeta apresenta o seu livro Al Face-book (7nós: 2012), no café-livraria Gato Vadio, e lê o poema, a partir dos vinte e dois minutos. Magnífico!