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quarta-feira, 6 de março de 2013
quarta-feira, 23 de janeiro de 2013
Estesia
Está patente na Gulbenkian uma exposição lindíssima - As Idades do Mar (só até 27 de Janeiro!).
Organiza-se em cinco núcleos temáticos: A Idade dos Mitos, A Idade do Poder, A Idade das Tormentas, A Idade Efémera e A Idade Infinita. São todos óptimos, mas, nesta nota breve, saliento o primeiro - A Idade dos Mitos - e este quadro surpreendente:
Sirenes, 1875 - Arnold Böcklin (1827-1901) | Foto: Andres Kilger ©2012. Photo Scala, Florence/BPK, Bildagentur für Kunst, Kultur und Geschichte, Berlin
Têmpera sobre tela 46 x 31 cm Staatliche Museen zu Berlin, Nationalgalerie - Inv. A I 754Arnold B
É conhecida a riquíssima simbologia do mar, alicerçada nos mitos, com destaque para os greco-latinos (deuses, semideuses e outros semelhantes que habitam as águas ou a costa). Todos sabemos que esta simbologia tanto pode ser masculina, como feminina, basta pensarmos nas inúmeras representações de Vénus/Afrodite ou de Neptuno/Poseidon, por exemplo, bem patentes na exposição, principalmente as representações dos mitos femininos. Agora, ver nas sedutoras e belas sereias estas galinhas é que não esperava!
domingo, 20 de janeiro de 2013
Brava! (Ain't got... but I've got Life, I've got my Freedom...)
Nina Simone foi uma artista fantástica. Aqui numa canção linda, cheia de força e coragem. Nunca perdemos tudo...
sexta-feira, 4 de janeiro de 2013
Keep calm and carry on
O ano de 2013 chegou. Será um ano de renovação ou de continuidade, difícil, de certeza. Comecemos com a história de uma livraria - Barter Books - e de um cartaz, que se tornou icónico e que bem poderia ser um auxiliar para os dias vindouros. O seu slogan é simples e significativo:
Keep calm
and
Carry On
domingo, 23 de dezembro de 2012
Natal (III)
Os livros são um excelente presente de natal. Que bom dá-los e recebê-los! Ainda mais quando um duende brincalhão troca as voltas, mistura os presentes e, de repente, descobrimos que comprámos um livro para oferecer ao qual faltam as cinco páginas finais (Os Anos, de Virginia Woolf). É sempre bom ler os livros antes de os ofertar... bons hábitos... evitam embaraços... Teve graça!
quinta-feira, 20 de dezembro de 2012
Natal (II)
"Não censures nada do que é humano; tudo é bom, embora não seja bom em todo o lado, nem sempre, nem para todos."(Novalis*)
* Novalis, Fragmentos, Lisboa, Assírio e Alvim, 1986.
domingo, 25 de novembro de 2012
Um chá com Eliza Doolittle
My Fair Lady (1964)
A leitora está uma Eliza Doolittle do chá, fascinada com os pormenores desse líquido dos deuses, muito mais desejado que a famosa ambrosia. Já sabe dizer a difícil frase: "The rain in Spain stays mainly in the plane." Assim sendo, partilha mais algumas das informações recebidas no Museu do Oriente, já mencionado neste blogue*.
Dissemos atrás que o chá resultava de uma planta, a camellia sinensis, e que se agrupava em seis classes, conforme o processamento das folhas - os chás verde, branco e amarelo, manufacturados sem oxidação, o oolong, com escassa oxidação, o preto, com oxidação, e o pu-erh, por meio de fermentação. Consideremos agora alguns tipos de chá inscritos naquelas classes:
Chá verde
1- Chá pólvora - seco com calor e enrolado enquanto decorre o processo;
2- Chá Matcha - chá em pó, que se obtem por decocção; é aquele que se usa na cerimónia do chá japonesa;
3- Gyokuro - chá japonês, ao qual por vezes se chama "chá de orvalho", muito elogiado, nomeadamente por Wenceslau de Morais;
4- Sencha - chá japonês padrão;
5- Genmaicha - chá japonês, com arroz tufado;
6- Lung Ching - um dos melhores chás verdes chineses.
Chá amarelo
1- Produzido na província de Hunan, na China.
Chá branco
1- Agulhas prateadas - produzido na China.
Chá azul ou oolong
1- Tung Ting - produzido na ilha Formosa.
Chá preto (dito vermelho, na China)
1- Pettigalla - chá de Ceilão;
2- Gorreana e Porto Formoso - produzidos nos Açores;
3- Bhooteachang - produzido na Índia;
4- Darjeeling - produzido na Índia (o preferido da leitora);
5- Keemun - chá preto produzido na China (óptimo).
Outros (blend)
1- Earl Grey - chá preto com óleo essencial de bergamota;
2- Chá de jasmim - chá verde ao qual se incorpora flor de jasmim, aquando do processo de secagem;
3- Pouchong - chá entre verde e oolong, ao qual se junta rosa pouchong
4- Souchong - chá preto de folhas longas;
5- Lapsang Souchong - chá preto de folhas longas fumado.
No dia 15 de Dezembro, o Dr. Luís Mendonça de Carvalho dará um curso no Museu do Oriente, o qual, desde já, se aconselha, tanto pela qualidade das informações, como pelos dotes comunicativos e sentido de humor do professor/oficiante.
quinta-feira, 22 de novembro de 2012
O Chá: de Oriente para Ocidente
Está patente no Museu do Oriente, em Lisboa, uma interessante exposição sobre o chá, desde as suas origens, na longínqua China, até à sua expansão comercial, social e cultural pelo globo. Esta mostra organiza-se em sete núcleos: “Planta do chá e respectivo
cultivo”, “Bules yixing”, “Transporte e comércio”, “Porcelana chinesa de
exportação associada ao chá e outros utensílios com ele relacionados (caixas e
chávenas de chá em materiais exóticos)”, “O chá na China e no Japão”, "Ambientes
associados ao chá (chá na Europa)”, “Serviços de chá em porcelana europeia e
prataria portuguesa”.
Na história desta bebida e na evolução do seu consumo, destaca-se o seu papel privilegiado no convívio e nos prazeres delicados tanto das elites, como de outros quadrantes da sociedade. De facto, se durante os séculos XVII, XVIII e XIX, o consumo de chá era um sinal de prestígio, hoje em dia tal prática democratizou-se, embora matenha ainda vestígios de requinte e de exotismo, seja pelos utensílios usados, seja pela história milenar da bebida, seja simplesmente pela beleza tranquilizadora da preparação do "chá". O prazer de uma pausa no curso dos trabalhos para receber os amigos ou para um momento a sós está acessível a todos, de uma forma simples, basta haver disponibilidade interior.
Para além dos aromas e dos sabores, também a contemplação da planta e da sua transformação é fonte de contentamento. Todo o chá consumido resulta de uma mesma planta, a Camellia sinensis (a produção açoreana - Gorreana e Porto Fomoso - é desta espécie), sendo o tipo de folhas usado e o processamento pós-colheita a determinarem a classe de chá que se irá obter: Branco, Verde (o mais comum no Oriente), Azul ou Oolong, Preto e Pu-erh (o único que passa por um processo de fermentação). Estas classes subdividem-se em tipos, que resultam dos seguintes factores: variedade do arbusto, localização geográfica, altitude, clima, solos, colheita, processamento, armazenagem, preparação da bebida e outras condicionantes idiossincráticas.
A exposição que está no Museu do Oriente apresenta várias amostras de chá, dá a conhecer a história da produção e comercialização da bebida, e ainda nos mostra os materiais usados nos utensílios de consumo: a cerâmica, a porcelana, a prata, a tartaruga das taças, chávenas, bules e outros ou a madeira das mesas próprias, por exemplo. Também não esquece o papel pioneiro de Portugal na divulgação deste produto no Ocidente, quer por acção dos jesuítas, quer por acção de Catarina de Bragança, que prestigiou o consumo de chá na corte inglesa, antes da duquesa de Bedford instituir o "chá das cinco" no século XIX.
[As informações e as imagens foram retiradas do site do Museu, do catálogo da exposição, da própria exposição, claro, e do excelente curso "Um Chá no Museu", ministrado naquele espaço museológico por Luís Mendonça de Carvalho, director do Museu Botânico de Beja.]
quarta-feira, 21 de novembro de 2012
quinta-feira, 16 de agosto de 2012
Memórias de infância
Dedo maminho,
seu vizinho,
pai-de-todos,
fura-bolos,
mata-piolhos.
Que é do toucinho que estava aqui?
Comeu o rato.
Rato, ratinho, rato, ratinho, ratão.
(Ver também aqui.)
domingo, 12 de agosto de 2012
Corpo e tempo / O tempo, esse grande escultor
José Rodrigues, O sentimento trágico da vida, Porto, Asa, 2003
(textos de vários artistas e intelectuais e desenhos de José Rodrigues)
Em época estival, mas já não ao sol, eis que surge a reflexão sobre o tempo e o corpo. É um dos veios da melancolia, um tópico literário por excelência, mas é também uma preocupação quotidiana, seja a nível pessoal e íntimo, seja a nível da adequação aos códigos sociais. Haverá algum aspecto da vida mais marcado estética e socialmente do que o modo como o corpo de cada um se apresenta ao próprio e aos outros, nas várias circunstâncias e idades? De facto, o mais pequeno desvio às regras estabelecidas introduz, de imediato, o sentido de ridículo e de subversão, acompanhado de censura ou de condescendência, que serão formas de resistir à mudança, isto é, à morte.
Vejamos, por exemplo, o que se vai observando nas familiares praias portuguesas; penso sobretudo nas praias do Oeste. Se há trinta ou quarenta anos a maior parte das senhoras ainda só usava fato de banho, para não falar daquelas que não se despiam, limitando-se a um pudico levantar de saias à beira-mar, hoje vemos a generalizada afirmação do bikini. Não importa a idade nem a forma dos corpos, sejam as peles flácidas ou firmes, sejam as cinturas esbeltas ou envoltas em camadas de gordura, sejam os ventres proeminentes, lisos ou rasgados por cicatrizes de cesarianas ou de histerectomias, sejam os seios harmoniosos ou em farta queda, as mulheres estendem-se sobre a areia, caminham pela praia, banham-se, indiferentes à vergonha do passado. Por vezes, podemos pensar que o gosto deveria ser um pouco mais requintado, mas o sentimento predominante é de que a mulher portuguesa está em processo de libertação, o que, naturalmente, significa a morte de um certo mundo ancestral, de matriz rural, acompanhada de alguma estranheza.
Primeiro foram os emigrantes a trazerem os novos hábitos, agora as netas das recatadas aldeãs já não se distinguem das estrangeiras, a não ser pelas cores morenas, resplandecentes ao sol de Agosto. Talvez o topless seja a última fronteira...
E as avós? Olharão com tolerância para estes corpos jovens e esplendorosos, sentindo-os como um prolongamento de si e do seu próprio viço? Ou desnudar-se-ão para lá das suas filhas, entregando-se sem reservas ao Sol e à beleza que há em estarem, estarmos, vivas, apesar dos golpes do tempo?
[Queria desenvolver o meu texto a partir da conhecida passagem da primeira epístola de S. Pedro, mas o tempo levou-me para a praia. Todavia, aqui fica a citação bíblica: "porque toda a carne é como erva e toda a sua glória como flor de erva, erva que seca e flor que cai"]
quarta-feira, 8 de agosto de 2012
Ao Sol II
Ressurgiremos
Ressurgiremos ainda sob os muros de Cnossos
E em Delphos centro do mundo
Ressurgiremos ainda na dura luz de Creta
Ressurgiremos ali onde as palavras
São o nome das coisas
E onde são claros e vivos os contornos
Na aguda luz de Creta
Ressurgiremos ali onde pedra estrela e tempo
São o reino do homem
Ressurgiremos para olhar para a terra de frente
Na luz limpa de Creta
Pois convém tornar claro o coração do homem
E erguer a negra exatidão da cruz
Na luz branca de Creta
Sophia de Mello Breyner Andresen, Livro Sexto, Edições Salamandra, 1985.
[Poema sugerido por P. M.]
segunda-feira, 6 de agosto de 2012
domingo, 15 de abril de 2012
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012
Já o mar dá ramagens, e as dunas flores
O tempo passa, leva-nos com ele, e ficamos, mais sós, mais despojados, mais tristes. Calam-se os risos, partem aqueles que acreditávamos serem para sempre. Anoitece. Despede-se o dia, despedimo-nos nós da idade de acreditar. O sal das lágrimas já não se transforma em cristais de luz, é sempre e só sal branco, grão branco para nenhuns lábios cariciosos, sal de cozinha, e nada mais.
O que resta? As conversas à superfície do viver, minutos sem fim centrados em amenidades: gadgets, tarefas, pequenos acidentes do quotidiano, prazo de validade de todos nós, das mulheres em particular. Contrariamente ao que aparentam, estes circunlóquios não são vazios, são, ao invés, reverberações do medo e da resistência a Cronos. O mal do tempo procura mascarar-se, sair de si, transmudar-se em matéria controlável. Não será uma forma justa nem bela; será uma ilusão que percorre caminhos paralelos à busca de transcendência, quem sabe?, mas sem grandeza. Tantos caminhos, tantas vias, tantas veredas. Como escolher?
Ou, como não escolher? Apetece afastar os olhos do alto e da sempre valorizada pureza das essências, da procura da verdade e do certo, para contemplar o mar. Mais do que isso, apetece aproximar a cabeça da areia e ouvir a voz do profundo e do vasto, e deixar que se manifeste o antídoto para o veneno dos dias imparáveis. Deste modo, se reverteria a malignidade da cronologia, no sentido destas palavras de Gilbert Durand:
“L’antidote du temps ne sera plus recherché au niveau surhumain de la transcendance et de la pureté des essences mais dans la rassurante et chaude intimité de la substance ou dans les constances rythmiques qui scandent phénomènes et accidents.” (G.D., Les Structues Anthropologiques de l'Imaginaire, Paris, Dunod, 1992.)
Da citação, destaco estas ideias: intimidade, substância, ritmo. De que modo as podemos encontar na nossa vida? Na partilha humana possível em cada jornada? Na rasura de velhas dicotomias, como aquela que separa espírito e matéria? Na atenção à língua que subjaz aos dizeres quotidianos, constituída por palavras leves, por palavras duras ou, menos que palavras, por balidos, guinchos, ritmo só? Não sei. Sei apenas que não estamos condenados ao furor, ao mal e à violência, à desarmonia. A vida floresce em toda a parte (quase), basta que a nossa imaginação não seque. E que os nossos lábios se abram num sorriso franco. E os nossos braços à dança, à beira-mar, mar adentro, onde calhar. Alma e corpo reunidos num ritmo amoroso: ondulação marinha, brisa da montanha, esvoaçar de vestidos de semana e domingueiros. E, claro, a correnteza das horas ficará muito melhor se matizada a eyeliner, bâton, blush, sombras diversas, verniz encarnado, rendada parure, e o mais que a criatividade encontrar. O prazo de validade é o limite da imaginação e da capacidade de criar máscaras. Afinal (não era Rilke que o dizia?), envelhecemos quando perdemos a capacidade de nos reinventarmos, a nós e aos outros, e não quando certas convenções o determinam. Quem diz que temos de ir ao laranjal às laranjas ou ao vale aos lírios? Porque não ao mar e às dunas? Já a cantiga popular no-lo ensina e a literatura erudita confirma: as separações e fronteiras têm a medida que as palavras mágicas quiserem...
(O vídeo encontrava-se ali, em Um Jeito Manso)
sexta-feira, 30 de dezembro de 2011
Cafés
Com este tempo frio, e depois de um breve período em casa, como compete em pausa lectiva, apetece um café, mas não um café qualquer - um café de Steiner. Este maître à penser considera estes espaços um dos traços identitários da Europa, e apresenta-os de tal forma, que cria o desejo de sair da clausura doméstica e entrar nesse sedutor cronótopo. Leiamos, então, o que escreve:
"A Europa é feita de cafetarias, de cafés. Estes vão da cafetaria preferida de Pessoa, em Lisboa, aos cafés de Odessa frequentados pelos gangsters de Isaac Babel. Vão dos cafés de Copenhaga, onde Kierkegaard passava nos seus passeios concentrados, aos balcões de Palermo. Não há cafés antigos ou definidores em Moscovo, que é já um subúrbio da Ásia. Poucos em Inglaterra, após um breve período em que estiveram na moda, no século XVIII. Nenhuns na América do Norte, para lá do posto avançado galicano de Nova Orleães. Desenhe-se o mapa das cafetarias e obter-se-á um dos marcadores essenciais da «ideia de Europa».
O café é um local de entrevistas e conspirações, de debates intelectuais e mexericos, para o flâneur e o poeta ou metafísico debruçado sobre o bloco de apontamentos. Aberto a todos, é todavia um clube, uma franco-maçonaria de reconhecimento político ou artístico-literário e presença programática. Uma chávena de café, um copo de vinho, um chá com rum assegura um local onde trabalhar, sonhar, jogar xadrez ou simplesmente permanecer aquecido durante todo o dia. É o clube dos espirituosos e a poste-restante dos sem-abrigo. Na Milão de Stendhal, na Veneza de Casanova, na Paris de Baudelaire, o café albergava o que existia de oposição política, de liberalismo clandestino. Três cafés principais da Viena imperial e entre as guerras forneceram a agora, o locus da eloquência e da rivalidade, a escolas adversárias de estética e economia política, de psicanálise e filosofia. Quem desejasse conhecer Freud ou Karl Kraus, Musil ou Carnap, sabia precisamente em que café procurar, a que Stammtisch tomar lugar. Danton e Robespierre encontraram-se uma última vez no Procope. Quando as luzes se apagaram na Europa, em Agosto de 1914, Jaurès foi assassinado num café. Num café de Genebra, Lenine escreveu o seu tratado sobre empiriocriticismo e jogou xadrez com Trotsky."
George Steiner, A Ideia de Europa, Lisboa, Gradiva, 2007, pp. 26-27.
Textos com esta densidade e clareza de ideias despertam a vontade de agir, de pegar nos livros dos autores citados e passar horas e horas em cafés estético-literários. Mas o que temos não é bem a mesma coisa, nem o tempo, nem o modo de vida...
Resta imaginar.
quinta-feira, 29 de dezembro de 2011
Lisboa, a bela
Hoje o passeio foi pela Baixa. A azáfama pelas ruas, pelas lojas já em saldos. Agradáveis as compras, a caminhada e, em especial, o almoço. À mesa com D.: os pratos lindos ("trouxinha" de bacalhau espiritual com salada a condizer, pão com salmão fumado em muitas e saborosas cores, óptima tarte de maçã com gelado, café e vinho, claro), boa a conversa, o espaço elegante, sem exageros. Bela tarde. Só Lisboa, com este sol de Inverno esplendoroso!
segunda-feira, 21 de novembro de 2011
segunda-feira, 31 de outubro de 2011
Tão belo como ela?
(a
+ b) n = n C0 a n + n C1 a n-1 b + n C2 a n-2 b 2 + ... + n C n-1 a b n-1 + n Cn bn
segunda-feira, 24 de outubro de 2011
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