Sabe bem aprender. Foi o que aconteceu no congresso internacional Manuel da Fonseca: Por todas as estradas do mundo. Conferências e comunicações interessantíssimas, que deram à leitora outra possibilidade de entendimento do poeta e do escritor, bem como do Neo-realismo, período em que se insere. O resultado é a vontade de reler o pouco que conhece deste autor - O Fogo e as Cinzas, quase nada - e de descobrir a sua poesia. Deu uma volta às estantes, e nada!
Têm por aí algum poema de Manuel da Fonseca? Um vosso preferido, que aconselhem?
