segunda-feira, 28 de agosto de 2017

Rita Lee

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Retomo os breves apontamentos sobre leituras a vol d'oiseau, sugeridas pelo acaso de uma passagem por uma livraria ou banca de feira ou por leitores influentes (pelos mais diversos motivos, especialmente pessoais). Quem me motiva, desta vez, é Rita Lee. Gostei da autobiografia, da sua escrita fluente e num português fresco, simultaneamente, reconhecido e estranhado. A certa altura, o livro tornou-se um pouco repetitivo e cansativo; pareceu-me demasiado centrado no "Eu" autobiográfico. 

Uma seleção de êxitos da artista Aqui.

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