domingo, 27 de janeiro de 2013

das cinzas


Apesar das ruínas e da morte,
Onde sempre acabou cada ilusão,
A força dos meus sonhos é tão forte,
Que de tudo renasce a exaltação
E nunca as minhas mãos ficam vazias.

Sophia de Mello Breyner Andresen, "Poesia I" in Obra Poética I, Lisboa, Caminho, 1995.

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