Apesar das ruínas e da morte,
Onde sempre acabou cada ilusão,
A força dos meus sonhos é tão forte,
Que de tudo renasce a exaltação
E nunca as minhas mãos ficam vazias.
Sophia de Mello Breyner Andresen, "Poesia I" in Obra Poética I, Lisboa, Caminho, 1995.
Soube-me muito bem ler este poema.
ResponderEliminar:)
ResponderEliminarE o sol já voltou!
Um abraço