quinta-feira, 10 de maio de 2012

Tristão e Isolda

G. considera MC mais adequado às «Massas» e a leitora não pode deixar de concordar, embora lhe custe. Transige na clareza da luta de classes, bem como na inequívoca «verdade» do amor, sem dúvidas, sem culpa, sem sombra de remorso ou amargura... tão longe desse extraordinário mito que ilumina os amores no Ocidente: o romance de Tristão e Isolda.

A narrativa de Bédier inicia-se assim:

"Quereis ouvir, senhores, um belo conto de amor e de morte? É de Tristão e Isolda, a rainha. Ouvi como em alegria plena e em grande aflição eles se amaram, depois morreram no mesmo dia, ele por ela, ela por ele."

Joseph Bédier, O Romance de Tristão e Isolda, S. Paulo, Martins Fortes, 1998 (trad. Luís Cláudio de Castro e Costa).

1 comentário:

  1. A cada texto que apresentas,sinto vontade de correr a ler ou reler a obra que trazes a nós.
    Obrigada !
    Bom final de semana.
    Abraços
    MT

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