domingo, 14 de outubro de 2012

A poesia, o amor e a morte

  
 
 
"a minha poesia está sempre um bocadinho associada a momentos piores da minha vida e funcionou sempre um pouco de uma forma terapêutica" (MRP)
 
 

2 comentários:

  1. Não fiquei entusiasmada com este post pois responde à minha questão; e desejo que o estado de alma da Maria do Rosário Pedreira ao escrever aquele poema não esteja a ser partilhado por si.

    E, se for, que o seja por motivos conjunturais e efémeros - porque não há mal que sempre dure - e não por outras razões.

    Um beijinho e um bom domingo, Leitora!



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  2. Querida amiga,

    Creio que a literatura e o uso da palavra permitem a sublimação ou, tão só, a libertação. É o que procuro (e vou encontrando). Digamos que às vezes me vejo a embalar uma perda, o que me envolve numa certa melancolia. Mas as asas não desistem e, mais tarde ou mais cedo, reencaminham-me para a luz. O silêncio prolongado é que me assusta, e o clima no país ainda piora tudo.

    As suas palavras também trouxeram asas a este domingo chuvoso

    Um beijinho

    P.S.Vou publicar dois poemas de Maria do Rosário Pedreira, muito tristes, mas também cheios de esperança. Não esqueçamos que se incluem numa secção do livro com a dedicatória "para o Manel", nome que noutros lugares aparece como o amor da mulher Maria do Rosário Pedreira.

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