Eu não nasci aqui, tu não nasceste aqui, ele não nasceu aqui; nascemos longe e viemos no rasto da promessa. Agora não sabemos o que fazer: o vento tudo revolveu, a neve tudo cobriu; já não são visíveis os sinais.
Agora quem ficou surpreendida fui eu, com a sua surpresa! O que faz uma fotografia trabalhada...
A mudança não foi assim muito grande, mas a sua boa disposição e a surpresa deram-me já vontade de revirar pelo menos uns parafusos e de abrir portas e janelas, de voar para o sol... (Chagall já está por aqui.)
Ah! Já me tinha habituado às novas cores. Fico mesmo contente que tenha gostado. Aquele branco total já me estava a cansar muito... A lembrança dos pintores inspirou-me.
Mas o que é isto...?!
ResponderEliminarQue reviravolta...! E que maravilha! Estou encantada. Já sabe que adoro mudanças, coisas imprevistas mas por esta é que eu não estava à espera...!
Boa, Leitora!
E o texto, tão bonito.
Que mudança, que sangue novo. Boa!
Agora quem ficou surpreendida fui eu, com a sua surpresa! O que faz uma fotografia trabalhada...
ResponderEliminarA mudança não foi assim muito grande, mas a sua boa disposição e a surpresa deram-me já vontade de revirar pelo menos uns parafusos e de abrir portas e janelas, de voar para o sol... (Chagall já está por aqui.)
Um beijinho
Não é só a fotografia. É a mudança em si, é a inesperada cor do fundo, é a surpresa da imagem sob o título. Há um sopro de mudança, um arejamento.
ResponderEliminarE o post confirma o espírito.
Gostei mesmo.
Ah! Já me tinha habituado às novas cores. Fico mesmo contente que tenha gostado. Aquele branco total já me estava a cansar muito... A lembrança dos pintores inspirou-me.
ResponderEliminarTenha uma boa sexta-feira!